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Unidades

Unidade de formação profissional e técnica

A formação técnica e universitária em vida selvagem é algo que começa a ser pouco comum noscurricula dos cursos ligados à área da vida selvagem Alunos na lagoa(Biologia, Eng. Florestais, veterinária,etc). Assim, cada vez mais os alunos entram no mercado de trabalho ou na investigação com conhecimentos muito escassos e com ideias adulteradas sobre a realidade da conservação de recursos naturais. Com este problema em mente está a ser criada uma unidade de treino e formação prática para alunos ou outros interessados que se queiram dedicar a trabalhar em vida selvagem. Esta unidade já iniciou o seu trabalhado de uma forma piloto, ensaiando metodologias de ensino e de trabalho com alunos de diversas universidades. Dentro em breve será apresentada uma lista de acções de formação e de formadores.

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Unidade documental e editorial

Um centro de documentação é uma estrutura essencial para a funcionalidade de qualquer Sociedade Científica. Desde cedo este centro foi sendo criado, contando neste momento com mais de um milhar de livros e revistas científicas e com mais de 6 000 artigos científicos avulsos. Presentemente, está a ser compilada uma base de dados, com o objectivo de permitir uma busca rápida de artigos e trabalhos que depois podem ser disponibilizados aos sócios e outros interessados. Visite oWildRepositorium

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Unidade de salvamento, recuperação e reprodução de fauna selvagem

CRI - Quiaios - Centro Regional de Intervenção para o salvamento e recuperação de fauna selvagem

Ligado à rede "Abrigos" foi activado o CRI de Quiaios. Numa primeira fase, este centro de intervenção só se preocupava com mamíferos marinhos e tartarugas marinhas. Nos últimos 4 anos interveio no salvamento de 27 mamíferos marinhos, 1 lontra e 5 tartarugas marinhas arrojadas vivas. Durante a crise do "Prestige" esta unidade esteve em trabalho permanente tendo recolhido mais de 300 aves petroleadas e 1 tartaruga marinha. Com o aumento dos contactos junto das autoridades e populações locais, esta unidade começou a aceitar a recepção de outras espécies animais, sendo que actualmente passam pelas nossas instalações mais de 150 animais por ano, que recebem os primeiros socorros e onde é efectuado a primeira análise do seu estado de saúde. Depois conforme as necessidades, é decidido se o animal fica em recuperação no local de recepção ou se é transferido para um centro de recuperação (normalmente o CRASPEM de Monsanto). No últimos anos, temos apoiado e acompanhado a libertação de mamíferos recuperados pelo CRASPEM. Para além do apoio do CRASPEM a recuperação dos animais que entram nas nossas instalações, contam com o apoio dos veterinários da VetCondeixa

Actualmente estão a ser desenvolvidos esforços para obter fundos para a criação de um centro de recuperação de raiz que será designado de URRAS - Unidade de Recuperação e Reintrodução de Animais Selvagens. Se quiser saber mais sobre este projecto, ou quiser contribuir com um donativo poderá contactar o URRAS: spvs (at) socpvs.org (dot) com.
Para deixar um donativo poderá também usar o botão "Ajude-nos a ajudar".

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Rede "ABRIGOS" - Rede de Apoio a Mamíferos Marinhos

A rede "ABRIGOS" foi fundada em 1999 e formaliza uma coordenação entre várias entidades com interesse e capacidade técnica para a intervenção em situações de espécimes marinhos arrojados. O principal objectivo da "ABRIGOS" é prestar, com a maior celeridade possível, apoio clínico a mamíferos marinhos (baleias, golfinhos, cachalotes, focas, lontras) arrojados na costa continental portuguesa procedendo, sempre que possível, à sua reabilitação e posterior Vistorias reintrodução no meio selvagem. Esta rede engloba as seguintes instituições: Instituto de Conservação da Natureza (que detém a Coordenação Nacional), Projecto Delfim (que detém a Vice-Coordenação Nacional), Zoomarine (CRI - Sul) e a Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem (CRI - Quiaios). Devido às suas competências, capacidade técnica e localização geográfica, o CRI - Quiaios, actua preferencialmente na zona Centro e Norte.

Para garantir que existirá uma equipa sempre pronta a intervir, a "ABRIGOS" possui um número nacional de emergência - 968 849 101, que permitirá a qualquer hora, em qualquer dia, dar o alerta de um mamífero marinho vivo arrojado.

Em cada arrojamento, a responsabilidade de intervenção no campo cabe a uma equipa da abrigos. Contudo, um salvamento só pode ser bem sucedido com o apoio de voluntários que no local ou posteriormente nos centros de recuperação, ajudam na recuperação dos animais recolhidos.

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Unidade de estudos em veterinária

Esta unidade está fortemente ligada à Unidade de salvamento, recuperação e reprodução de fauna selvagem. Esta unidade tem como principal objectivo incentivar o aumento dos conhecimentos ao nível da veterinária de espécies selvagens.

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Unidade de gestão de habitats

Gerir adequadamente um habitat, é a chave para o sucesso de qualquer projecto de conservação ou exploração de um recurso natural. Actualmente, sem a implementação de boas práticas de gestão de habitat, a recuperação de populações naturais é quase impossível.

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Unidade de gestão de recursos naturais

Lagarto de Água Nos últimos anos, vários técnicos e sócios da SPVS, têm apoiado a tomada de decisões levadas a cabo por organismos do estado. Esta componente resulta dos esforços de cooperação existentes nas diversas áreas e tem como objectivo facultar apoio técnico-científico a organismos que o necessitam.

A actividade cinegética é uma das muitas actividades que explora recursos naturais. Assim, se não for realizada de uma forma sustentável, esta actividade pode condicionar a evolução desses mesmos recursos. Assim, cada vez mais a caça tem de ser realizada de uma forma profissional baseada em pareceres técnico-científicos. A SPVS têm contribuído de forma significativa para a melhoria da qualidade técnica neste sector trabalhando com diversas zonas de caça e realizando diversos estudos.

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Unidade de estudos de impacte ambiental

Esta unidade apoia a realização de estudos de impacte ambiental realizados por outras entidades. A SPVS, possui diversos investigadores especializados na monitorização das espécies animais e vegetais contribuindo com os seus especialistas para colmatar lacunas logísticas e técnicas que muitas empresas do sector possuem

Cria de um Tyto
  • Avaliação do impacte dos fogos florestais sobre a fauna selvagem
    Os fogos florestais são uma das grandes calamidades que influencia de forma significativa a fauna selvagem. Assim, com o apoio de um Programa Life foi iniciado um programa de avaliação dos efeitos de um fogo florestal que ocorreu em 1993 e que consumiu cerca de 6000 ha de floresta. Neste programa, as espécies piloto são invertebrados do solo, avifauna, rato-do-campo, coelho e carnívoros terrestres.

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Unidade de investigação em ungulados selvagens

Optimização de técnicas de censos de ungulados selvagens
Os ungulados selvagens (corço, veado e javali) têm sofrido uma forte expansão em Portugal. Assim, cada vez mais é necessário saber gerir Javalicorrectamente essas populações. Contudo, sem informação de base (densidades, distribuição e estrutura populacional) qualquer acção de gestão está muito dificultada. Assim, foi iniciado um programa de experimentação e calibração de metodologias de censos, com o objectivo de conseguir produzir ferramentas de trabalho de campo adequadas à realidade Portuguesa.

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Unidade de investigação sobre o impacte de estradas

Sapo Comum Este é mais um programa em cooperação com o ICN e mais recentemente com a Circunscrição Florestal do Centro (Núcleo Florestal do Centro Litoral) e resultou do facto de se ter verificado que algumas das estradas florestais do Centro de Portugal apresentavam elevadas taxas de mortalidade de fauna selvagem. Com este projecto foram identificados os sítios mais críticos, de forma a iniciar um programa de implementação de medidas de mitigação. Este programa está em fase de expansão para outras regiões de Portugal

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Unidade de Bio-espeleogia

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Unidade de investigação em vertebrados terrestres

  • Monitorização de anfíbios, répteis e mamíferos e respectivos Atlas de Distribuição
    Com o objectivo de compreender como evoluem as populações de fauna selvagem a longo prazo foi iniciado há 10 anos um programa de monitorização. No início, esse programa só abrangia espécies como o coelho, o rato do campo e a raposa. Actualmente, o número de espécies monitorizadas é cada vez maior. Este programa tem como objectivo garantir o seguimento de espécies selvagens pelo menos durante um período de 30 anos.
  • Monitorização dos parasitas em fauna selvagem
    Esta rubrica foi iniciada em 2002 num projecto de cooperação com a Faculdade de Farmácia - Unidade de Parasitologia da Universidade de Barcelona. Os primeiros anos de trabalho foram muito produtivos considerando que esta área em Portugal está pouco desenvolvida. Neste momento, as espécies hospedeiras em estudo são a raposa, coelho-bravo e o rato do campo.
  • Sistema de Monitorização de Fauna Selvagem - SMAS - NFCL
    Este é um projecto em cooperação com a Circunscrição Florestal do Centro - Núcleo Florestal do Centro Litoral (no início a cooperação foi com Corpo Nacional da Guarda Florestal - Núcleo da Beira Litoral). Durante o primeiro ano este projecto teve como designação Sistema Piloto de Recolha de Animais Selvagens (SPRAS) e teve como objectivo Triturustestar um sistema de recolha de fauna selvagem de modo a avaliar o seu estado sanitário e conhecer causas de mortalidade que possam influenciar a sua conservação. O sistema piloto foi ensaiado em 8 concelhos da Beira Litoral, sendo que existem 8 brigadas de campo (correspondentes a 8 brigadas florestais) responsáveis pela recolha de animais. A SPVS é a entidade que reúne os dados de campo e as amostras biológicas recolhidas, sendo também a entidade que efectua as primeiras análises e necrópsias, mantendo amostras de todos os animais que foram recolhidos. Conforme a espécie ou o problema detectado, parte do animal ou o animal inteiro pode ser enviado para outro local. No primeiro ano de trabalho foram efectuados mais de 180 registos. Actualmente o projecto está em expansão para toda a região do Centro Litoral.

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Unidade de investigação em avifauna

  • Censos de avifauna nas Dunas de Mira e respectivo Atlas de Distribuição
    O programa de censos de avifauna iniciou-se há 3 anos em cooperação com a Circunscrição Florestal do Centro (antigamente Direcção Regional da Agricultura da Beira Litoral - DRABL e Corpo Nacional da Guarda Florestal). Este Galinha de Águaprograma tem como objectivo colher um conjunto de dados de base, que serão a informação de apoio as todas as acções de gestão e conservação. Este programa prevê brevemente a publicação de um atlas de avifauna nidificante e um atlas de avifauna invernante. Estes censos são realizados em função das unidades de paisagem existentes e por quadrículas UTM. As lagoas existentes na zona, são sujeitas a um programa de monitorização mais intenso. Durante o período reprodutor o esforço de censos é direccionado para a inventariação de casais e avaliação do número de crias. Um especial esforço de monitorização é dada à comunidade de rapinas, de aves aquáticas, de aves costeiras, aves marinhas e passeriformes nidificantes em caixas-ninho, que sofrem um acompanhamento mais específico.
  • Censos de aves marinhas e costeiras
    Os censos de aves marinhas foram iniciados em 2002 e os resultados obtidos foram muito promissores. Os censos marítimos são efectuados conforme a disponibilidade de embarcações e conforme o estado de mar. Os censos costeiros são realizados nos períodos de maré vasa, com um veículo 4x4 ao longo de 30 km de costa. Com estes censos foi possível registar um elevado número e abundância de espécies estivais e invernantes, tendo também sido possível registar algumas espécies raras.
  • Monitorização de avifauna florestal, para programa de avaliação de contaminação por metais pesados
    Este trabalho foi iniciado em 2003 e tem como objectivo avaliar se as aves florestais serão bons indicadores da qualidade do ar, com especial incidência sobre os processos de contaminação com metais pesados. Estão actualmente a ser monitorizadas 3 zonas com diferentes níveis de contaminação: Mata Nacional de Quiaios, Mata Nacional do Urso e Periferia do Complexo Químico de Estarreja.

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Unidade de estudos em mamíferos marinhos

Monitorização da comunidade de pequenos cetрceos na zona Centro de Portugal. Este projecto começou em 1999 com a descoberta de um núcleo de bЗtos na zona do Cabo Mondego. Esta espécie de pequeno cetрceo é o mamífero marinho mais ameaçado da Europa, havendo poucos núcleos estрveis em Portugal. Em cooperação com o ICN, iniciou-se a monitorização deste núcleo populacional, com o objectivo de saber quantos efectivos possui, a sua área de distribuiçáo, conhecer as taxas de reprodução, os factores de pressão e mortalidade, a sua relação com a actividade piscatória, etc. Os resultados alcançados têm sido bastante interessantes e nos últimos dois anos iniciou-se um programa de contagem de animais a partir de embarcações de pesca e de recreio. Neste programa têm participado voluntários e pessoas interessadas na conservação de golfinhos, pelo que as saídas de barco, acabam por ser uma importante componente de educação ambiental. Nesta actividade a SPVS é também responsável pela recolha de mamíferos marinhos mortos no sector entre Pedrogão e Furadouro, tendo recolhido e analisado mais de 220 animais nos últimos 4 anos.

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Unidade de estudos em ictiofauna

A fauna piscícola dulciaquícola da Península Ibérica é caracterizada por, comparativamente ao resto do continente Europeu, apresentar um baixo número de espécies e um elevado número de endemismos. Estas características são resultantes do isolamento provocado pela cordilheira dos Pirinéus. Dado a quase total ausência de habitats lênticos, as espécies ictiológicas presentes na península estáo preferencialmente adaptadas a habitats de águas correntes como os rios.

A avaliaç&o biológica da ictiocenose apresenta-se como uma parte importante nas acções de conservaçáo, gestáo e ordenamento de habitats e espécies protegidas, nomeadamente em áreas como as concessotilde;es de Pesca Desportiva. Na verdade, sem o conhecimento do estatuto das populações existentes nestas zonas, é muito difícil conseguir efectuar uma gestáo adequada dos recursos aquícolas. Assim, a SPVS apoia a tomada de decisáo no que se refere às pescas em águas interiores contribuindo para a monitorizaçáo dos recursos pesqueiros em diversas zonas concessionadas.

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Unidade de Educação Ambiental

Num mundo com graves problemas ambientais, cada vez mais se compreende que a Educação Ambiental (EA) deve estar integrada na formação de cada um de nós, constituindo uma parte fulcral do nosso desenvolvimento pessoal. A promoção de comportamentos ambientalmente correctos, a sensibilização para as questões ambientais e o fortalecimento dos laços entre o Homem e a Natureza são passos determinantes para a promoção de uma tão necessária melhoria ambiental. Dispondo de técnicos especializados, a SPVS tem uma ampla experiência na realização de diversas actividades de EA, direccionadas para vários públicos-alvo.


Para mais informações consulte a página de Educação Ambiental

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